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CPI da Petrobrás

Como alertado na edição de 10 de setembro, finalmente alguns políticos acordam para a necessidade de uma CPI da Petrobrás. Os dinheiros envolvidos fazem os 50 milhinhos do valerio-valenada parecerem mensalinhos.

“Para os que acham que a Imprensa está fazendo formidável trabalho investigativo na cobertura das CPI: aguardem quando e se for feita apuração das negociatas na Petrobrás. Farão os milhõesinhos valerianos parecerem cultura de Severinho. Um exemplo: sob a desculpa de gerar emprego na pátria amada, duas plataformas off-shore, que se fossem feitas em Singapura custariam 500 milhões cada, quando ficarem prontas no gigantesco canteiro de obras da Pavuna, RJ, sairão por 1,3 bilhões cada. Uma pequena diferença de 1,6 bilhões. E aí o leitor perguntará: para onde foi a diferença? Certamente não para a mão de obra tupiniquim..”
(FT-10.09.2005)

Será que a CPI emplaca?

Reportagem d’A Folha de São Paulo repercute o aumento do viés pornográfico no comportamento de estudantes e donas de casa. Os exageros machofóbicos das bruacas feminóides e a consequente retração do mercado testosteronal levam distintas vaginas de diversas idades a exporem seus predicados para tentarem animar os sujeitos.

Já est’A FOLHA registra um corolário: alguns usadores de calça, avelhantados, na impossibilidade de corresponder aos anseios da poderosa essência feminina, apelam para o alcóol rútilo, aquele que faz o olhar, prosáico remanescente em meio aos distúrbios de ereção, penetrar impertinentemente nos meandros das formas próximas. Estabelecem horários de aparência comportada e praticam em família.

E Angola, hein? Inconformados por não serem brasileiros, parte destes africanos resolvem nos imitar no que temos de pior: esgotos de valeriodutos e traficância de obscura cocaína.

O super-8, formato jurássico precursor das mini-cameras de vídeo, é cultuado em meios especialistas. Recentemente realizou-se em Metz, cidade universitária da França, no contexto do “Eté Brésilien”, seleta mostra da produção brasileira, organizada pelo professor Rubens Machado, da USP.

Em Trancoso, a falta de administração faz com que parte dos moradores pensem em importar a equipe do Arraial. As reclamações quanto a poluições comportamentais, caem no vazio. As mais recentes: Bar instalado nas cercanias do Icatu, bairro estritamente residencial, inferniza os moradores. Ônibus estacionados no triângulo (para quem não sabe, não existe quadrado, em Trancoso – uma deturpação da nomenclatura apropriada que é gramado – mas triângulo, sim, logo na saída da ladeira), deixam os motores ligados, atentando contra a saúde dos vizinhos. Os trogloditas insensíveis não sabem, mas barulho dói.

Espera-se que a prefeitura faça valer o competente Plano Diretor coordenado pelo urbanista Luis Pereira, promovendo fiscalização rigorosa para coibir impropriedades.
Revelação de radialista! O ex-prefeito Ubaldino Jr., que como todos da família Pinto sempre gozou de extraordinário poder de comunicação e carisma, é o nosso mais recente colega jornalista, não precisando fazer cursos especializados para tal. Investe estas e outras qualidades na “imprensa falada”, capitaneando o “Programa Livre” transmitido pela Porto-FM em horário nobre, com grande audiência.

E não se esqueçam: equação é qualquer igualdade que só é satisfeita para alguns valores de seus domínios.

do Rio de Janeiro, JORGE MOURÃO

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