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Verde em frente que atrás vem gente

A frase desta semana ficou sem dúvida por conta do comediante Salim Maluf, em entrevista exclusiva à TV Bandeirantes, diretamente de seu atual domicílio carcerário: “Neste lugar não se tem a mínima liberdade, não podemos ler jornais, nem comer direito”. Revoltado, muy justamente, diga-se de passagem, com essa restrição aos seus sofisticados gostos, pai amantíssimo que é, estendeu suas críticas ao tratamento dispensado ao filhinho. “Flávio necessita de alimentação especial, pois tem acidez estomacal”. Deve ser por causa do tamanho do nariz.

VERDE EM FRENTE QUE ATRÁS VEM GENTE”, o lema da campanha de Fernando Gabeira para governador do Rio de Janeiro em 1986, está novamente vibrando nas hostes cidadãs que acompanham, cívicas, a vertente invertebrada da estrela cadente, como espelha o cartunista Chico Caruso, que neste domingo dedicou um busto ao deputado, assinado pelo povo brasileiro. A sociedade intui que a cor que nos resta para colorir as desbotadas almas é o verde-esperança.

Lucia, lúcida cidadã, com exercícios prestados e referenciados em diversas famílias cariocas, se declara nostálgica “dos tempos de Fernando Henrique”, quando conseguiu comprar todos os aparelhos eletrodomésticos que habitam sua casa. Ela estima que o aumento de seu consumo e de muitas outras famílias contribuiu para o apagão. Mas, pelo menos, naquela época, “a gente sabia por que estava no escuro”…

Diferentemente de 13% da população daquele país ao norte, a primeira economia do mundo, que vive na miséria e não sabe por que.
Aqui, o que não se concebe, é que o jeguerinho mensalinho ainda exija ser recebido pelo presidente da república e requeira a manutenção dos cargos de seus apaniguados…

A exposição das Cosmococas, trabalhos em parceria de Hélio Oiticica e Neville d´Almeida,  concebidos em Nova York no início da década dos 70, continua provocando atenção dos mais variados segmentos. Algumas críticas, inteligentes embora, tropeçaram nas dimensões inéditas do figurismo original. Pensa-se em fazer um replay da abertura, quando muitos convidados não puderam participar das performances coletivas, mercê da turba que invadiu o Centro de Arte Hélio Oiticica, para que se possa melhor avaliar a importância do evento.
do Rio de Janeiro, JORGE MOURÃO

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